Publicado por Robson Merieverton

Certamente você já deve ter se perguntado qual a diferença entre tremor de terra e terremoto, certo? Para início de conversa, os dois fenômenos são resultantes de uma súbita liberação de energia na crosta do Planeta Terra, devido ao choque entre placas tectônicas, criando ondas sísmicas que podem ser sentidas pelas pessoas ou pelos equipamentos usados para medir essas atividades, como os sismógrafos, por exemplo. Porém, existe algumas peculiaridades entre os dois:

Definindo as atividades sísmicas

As atividades sísmicas, também chamadas de tremor de terra e terremoto são definidas pela movimentação que ocorre no núcleo da terra. As ondas de força resultantes dessa movimentação são transmitidas as demais camadas da terra, chegando às placas tectônicas, em alguns casos podendo atingir a superfície. Além disso, essas atividades podem acontecer nas profundezas do oceano, dando origem as tsunamis, que são formadas pela propagação das ondas de choque pelo mar.

Diferenças e semelhanças

Entre o tremor de terra e o terremoto existem mais semelhanças do que diferenças. As duas atividades são formadas por um fenômeno de vibração brusca e passageira, seja ocasionado pela movimentação no núcleo da terra, movimento das placas tectônicas, atividades vulcânicas e deslocamento de gases do centro da terra. Em termos simplificados, o sismo é a ocorrência de uma fratura subterrânea.

Entenda a diferença entre tremor de terra e terremoto

Foto: Depositphotos

Se uma dessas atividades abalar zonas desabitadas ou não causar danos materiais ou na própria superfície da terra, ele é mais comumente chamada de tremor de terra. Ela é indiferente ao fato de ser de maior ou menos classificação na escala Richter, sendo enquadrada no mesmo termo. Já em relação ao terremoto, a diferença vem dos danos que ele pode causar as construções, como desabamentos de construções e abertura de grandes rachaduras na superfície terrestre.

No caso das atividades sísmicas no fundo do mar, a destruição causada pelos tsunamis também são provocadas por terremotos.

As atividades das placas tectônicas podem acontecer de três formas diferente: afastando-se, colidindo-se e deslizando uma pela outra.

Medição das atividades sísmicas

Os terremotos são medidos através da observações de sismógrafos instalados, costumeiramente, onde são identificadas maior incidência de atividades geológicas. A escala de magnitude de momento é a forma mais comum para medir a magnitude de tremores de terra mais fortes relatados por todo o globo. Ela é classificada em uma numeração crescente, a partir de um, dentro de uma escala, referida como a escala de Richter.

Os sismos abaixo da magnitude três são, em sua maioria, quase imperceptíveis. Já os de magnitude sete ou mais podem causar sérios danos, dependendo da profundidade que acontece. Os maiores terremotos já registrados têm sido de magnitude ligeiramente superior a nove, apesar de não haver um limite para a intensidade de sismos.

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