Publicado por Robson Merieverton

Na hora de montar a lista de material escolar das crianças, os pais e professores prestam atenção a utilização de alguns objetos, seja pelo perigo de intoxicação, corte ou engasgamento, certo itens são banidos das listas.

Em casos mais específicos, a partir de uma idade determinadas, eles podem ter o uso sugerido, principalmente pelo risco do uso incorreto ser praticamente nulo.

Esse é o caso que acontece com o estilete de corte. Apontado como sendo uma ferramenta muito útil devido a sua versatilidade, o estilete pode ser usado para cortar papel, cartolina, papelão, carpete, madeira balsa, plástico, papel de parede, isopor e outros materiais finos e não muito duros. O estilete é formado por cabo plástico com lâmina deslizante.

O uso do estilete

Sou aluno infantil, por que não devo apontar o lápis com estilete?

Foto: depositphotos

Na sala de aula, o estilete pode ser usado na disciplina de Artes e por algumas poucas pessoas para apontar o lápis. Essa última utilização listada, porém, representa risco considerável de ocorrer um acidente pelo próprio manuseio. Dependendo da idade da criança, sua coordenação motora não possibilita que ela tenha firmeza em alguns movimentos, principalmente em superfícies pequenas e arredondadas, como as de um lápis.

Além de colocar a própria integridade física em risco, a criança também pode machucar um coleguinha, visto que, há pouco entendimento sobre todos os perigos do estilete. Até os próprios adultos também devem tomar certos cuidados na hora de utilizar a ferramenta.

Voltando ao caso do uso para apontar o lápis, a forma mais segura é a partir da utilização de um apontador. Essa ferramenta é desenvolvida com o propósito de minimizar os riscos de acidentes. Ele possui apoio para os dedos e são feitos, na grande maioria, de plástico. Certos modelos possuem uma proteção na lâmina que evita o contato direto. Por isso que é mais seguro e indicado.

Cuidados e precauções

Seja na sala de aula ou até em casa, pais e professores devem ficar atentos às crianças, principalmente se há possibilidade de uso de um estilete. Aí vale aquela velha e conhecida máxima: é melhor prevenir do que remediar.

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