Publicado por Pollyana Batista

Chega um momento na vida que precisamos lidar com decisões que vão nos acompanhar pelo resto das nossas vidas. Criar uma assinatura pessoal é um passo importante, pois a partir dela todos os nossos documentos vão seguir um padrão.

Por isso é importante dedicar um pouco do seu tempo para criar a sua. Ela será extremamente útil e você vai precisar ter um padrão para que ele seja válido em bancos, cartórios, assinaturas de contratos, documentos pessoais e qualquer outro tipo de registro. Veja como criar uma assinatura pessoal que é a sua cara.

Assinatura de próprio punho

Mesmo em plena era digital, a assinatura de próprio punho é válida em quase todas as transações documentais. Logo, é a primeira que você deve desenvolver.

A assinatura pessoal pode ser usada em cartórios, contratos, documentos e procurações

As assinaturas podem ser: de punho próprio, digital ou rubrica (Foto: depositphotos)

Então o que você precisa saber é que não adianta inventar uma assinatura mirabolante que não vai ser fácil de repeti-la sempre que solicitado. Portanto, pegue um papel e comece a escrever seu nome completo várias vezes. Observe o formato das letras, os espaços entre elas, o desenho das iniciais e avalie o que pode melhorar.

Depois disso, pesquise na internet outras assinaturas com o seu nome. Provavelmente, existem dezenas ou centenas de formatos e opções na rede. Escolha uma que mais se identifica e coloque-a no papel.

A partir disso, você vai começar a praticar todos os dias. Repita incansavelmente até conseguir chegar o mais próximo que você deseja. Lembre-se que uma assinatura de próprio punho as letras precisam ficar legíveis, pois ela vai constar em documentos importantes, como RG, passaporte e carteira de trabalho.

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Assinatura digital

Para certificar os negócios on-line foi criada a assinatura digital. Ela é feita com conjunto de bits criptografados que impedem a reprodução e leitura de fraudadores, por exemplo.

Porém, fazer uma assinatura digital não é tão simples. A pessoa ou empresa deve procurar uma Autoridade Certificadora que tem permissão do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação para emitir uma chave digital privada.

A assinatura digital tem validade jurídica e é igual à assinatura de próprio punho. De acordo com o blog especializado ‘Documento Eletrônico’, ela “elimina o processo manual de coleta de assinaturas, a remessa física de documentos, o reconhecimento de firmas e a gestão de documentos físicos, reduzindo custos, simplificando os processos e agilizando substancialmente a formalização dos documentos”.

Além disso, oferece integridade, autenticidade, não-repúdio ou irretratabilidade e tem validade jurídica.

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Como fazer uma rubrica

A rubrica é uma abreviação da assinatura. Ela é utilizada quando em um contrato, por exemplo, você tem que assinar em todas as páginas frente e verso. Ela funciona como um visto, um sinal que você leu aquela página e concorda com os termos.

Para criar a sua rubrica utilize sempre as iniciais da sua assinatura convencional. Diminua o tamanho utilizando letras menores. Diferente da assinatura convencional, a rubrica não precisa ser totalmente legível. Treine bastante e veja o padrão que mais lhe agrada.

Lembre-se que a rubrica será repetida inúmeras vezes, diante disso, ela precisa ser fácil de repetir ao mesmo tempo que autêntica.

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